A Gestão de Fadiga nos voos Ultra-Long Haul e a eficiência do 2°/2° GT [recurso eletrônico]
VITOR KALKI DE FRANÇA SILVA
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
2025-1 KALKI TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2025.
1 recurso online (11) : digita, arquivo PDF.
Orientador: Maj Av Thiago Godinho Vieira
Trabalho de conclusão de curso apresentado à Escola de Aperfeiçoamento de Oficiaisda Aeronáutica como requisito parcial para aprovação no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Liderança com Ênfase em Gestão no COMAER.
A aquisição das aeronaves KC-30 pela Força Aérea Brasileira (FAB), em 2022, ampliou a
capacidade de transporte estratégico e viabilizou voos Ultra-Long Haul (ULH), com jornadas
superiores a 16 horas. No entanto, a legislação vigente da FAB ainda não define com clareza
os limites operacionais e as... Ver mais
capacidade de transporte estratégico e viabilizou voos Ultra-Long Haul (ULH), com jornadas
superiores a 16 horas. No entanto, a legislação vigente da FAB ainda não define com clareza
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A aquisição das aeronaves KC-30 pela Força Aérea Brasileira (FAB), em 2022, ampliou a
capacidade de transporte estratégico e viabilizou voos Ultra-Long Haul (ULH), com jornadas
superiores a 16 horas. No entanto, a legislação vigente da FAB ainda não define com clareza
os limites operacionais e as ações mitigadoras necessárias para garantir a segurança dessas
missões, evidenciando a necessidade de atualização normativa. Diante disso, defende-se a tese de que a implementação de um Fatigue Risk Management System (FRMS), voltado para os voos ULH do 2°/2° GT, permitirá maior eficiência nas operações. O FRMS permite uma gestão estruturada da fadiga, melhora a tomada de decisão, reduz riscos à segurança e eleva o desempenho da tripulação, em conformidade com o que foi demonstrado por estudos científicos e dados fisiológicos. Ademais, ao diminuir a necessidade de pousos intermediários, observa-se a otimização dos processos e a redução de custos operacionais. Tal sistema representa uma ruptura com o modelo prescritivo tradicional ao adotar uma abordagem baseada em risco, permitindo a operação segura, com maior flexibilidade e eficiência nas operações. Assim sendo, percebe-se que tal sistema poderia ser utilizado nas demais unidades aéreas da FAB, de forma a cumprir, com segurança e eficiência, algo que não esteja inicialmente previsto na legislação vigente. Ver menos
capacidade de transporte estratégico e viabilizou voos Ultra-Long Haul (ULH), com jornadas
superiores a 16 horas. No entanto, a legislação vigente da FAB ainda não define com clareza
os limites operacionais e as ações mitigadoras necessárias para garantir a segurança dessas
missões, evidenciando a necessidade de atualização normativa. Diante disso, defende-se a tese de que a implementação de um Fatigue Risk Management System (FRMS), voltado para os voos ULH do 2°/2° GT, permitirá maior eficiência nas operações. O FRMS permite uma gestão estruturada da fadiga, melhora a tomada de decisão, reduz riscos à segurança e eleva o desempenho da tripulação, em conformidade com o que foi demonstrado por estudos científicos e dados fisiológicos. Ademais, ao diminuir a necessidade de pousos intermediários, observa-se a otimização dos processos e a redução de custos operacionais. Tal sistema representa uma ruptura com o modelo prescritivo tradicional ao adotar uma abordagem baseada em risco, permitindo a operação segura, com maior flexibilidade e eficiência nas operações. Assim sendo, percebe-se que tal sistema poderia ser utilizado nas demais unidades aéreas da FAB, de forma a cumprir, com segurança e eficiência, algo que não esteja inicialmente previsto na legislação vigente. Ver menos
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A Gestão de Fadiga nos voos Ultra-Long Haul e a eficiência do 2°/2° GT [recurso eletrônico]
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