Uso militar da inteligência artificial: [recurso eletrônico] : uma forma de desenvolver a doutrina
LEANDRO VIEIRA DOS SANTOS
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
2024-3 LEANDRO TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2024.
recurso on line [12f.] : digital, arquivo PDF.
Orientador: Maj Av Eduardo Mendes Marcondes
Trabalho de conclusão de curso apresentado à Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica como requisito parcial paraaprovação no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Liderança com Ênfase em Gestão no COMAER.
O modelo de treinamento de combate aéreo utilizado na Força Aérea Brasileira,
majoritariamente restrito a interações entre pilotos do mesmo esquadrão, tem o potencial de
causar estagnação da doutrina por apenas expor os aviadores a situações que seguem um padrão esperado. Essa limitação pode... Ver mais
majoritariamente restrito a interações entre pilotos do mesmo esquadrão, tem o potencial de
causar estagnação da doutrina por apenas expor os aviadores a situações que seguem um padrão esperado. Essa limitação pode... Ver mais
O modelo de treinamento de combate aéreo utilizado na Força Aérea Brasileira,
majoritariamente restrito a interações entre pilotos do mesmo esquadrão, tem o potencial de
causar estagnação da doutrina por apenas expor os aviadores a situações que seguem um padrão esperado. Essa limitação pode prejudicar a eficácia em cenários reais, nos quais a capacidade adaptativa dos envolvidos pode ser um fator decisivo. Nesse contexto, este trabalho defende a tese que a introdução de inteligência artificial para controlar uma das aeronaves nos treinamentos em simuladores evitará a estagnação da doutrina de combate. O primeiro argumento é o aprimoramento que os pilotos terão em suas habilidades ao combaterem aeronaves com comportamento inesperado, uma vez que os agentes autônomos são treinados para encontrar técnicas inovadoras, o que forçará os pilotos a desenvolverem novos procedimentos que enriquecerão sua formação. Além disso, o segundo argumento é que existe a possibilidade de serem realizadas simulações de combate contra agentes autônomos que utilizem doutrinas de países específicos, já que esses agentes podem ser treinados com base nos dados extraídos de exercícios internacionais, aumentando a versatilidade dos treinamentos. Ademais, ao serem consideradas oportunidades futuras, a experiência em criar esses agentes representa uma vantagem estratégica, especialmente em um contexto de crescente uso de aeronaves remotamente pilotadas para missões de alto risco, pois a inteligência artificial pode aprimorar a tomada de decisão através de ferramentas como o reconhecimento automático de alvos. Isso pode posicionar o Brasil como líder em tecnologia militar, propiciando oportunidades de cooperação na área de defesa. Ver menos
majoritariamente restrito a interações entre pilotos do mesmo esquadrão, tem o potencial de
causar estagnação da doutrina por apenas expor os aviadores a situações que seguem um padrão esperado. Essa limitação pode prejudicar a eficácia em cenários reais, nos quais a capacidade adaptativa dos envolvidos pode ser um fator decisivo. Nesse contexto, este trabalho defende a tese que a introdução de inteligência artificial para controlar uma das aeronaves nos treinamentos em simuladores evitará a estagnação da doutrina de combate. O primeiro argumento é o aprimoramento que os pilotos terão em suas habilidades ao combaterem aeronaves com comportamento inesperado, uma vez que os agentes autônomos são treinados para encontrar técnicas inovadoras, o que forçará os pilotos a desenvolverem novos procedimentos que enriquecerão sua formação. Além disso, o segundo argumento é que existe a possibilidade de serem realizadas simulações de combate contra agentes autônomos que utilizem doutrinas de países específicos, já que esses agentes podem ser treinados com base nos dados extraídos de exercícios internacionais, aumentando a versatilidade dos treinamentos. Ademais, ao serem consideradas oportunidades futuras, a experiência em criar esses agentes representa uma vantagem estratégica, especialmente em um contexto de crescente uso de aeronaves remotamente pilotadas para missões de alto risco, pois a inteligência artificial pode aprimorar a tomada de decisão através de ferramentas como o reconhecimento automático de alvos. Isso pode posicionar o Brasil como líder em tecnologia militar, propiciando oportunidades de cooperação na área de defesa. Ver menos
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