Batalha da Grã-Bretanha : uma discussão acerca do uso de radares para a defesa aérea
Felipe Gabriel Stange da Cruz; Douglas Henrique Queiroz de Carvalho (orientador); Tamiris de Castro Franco (coorientador)
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
Pirassununga, SP : Academia da Força Aérea, 2024.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Batalha da Inglaterra demonstrou a importância do uso de aeronaves de combate e da tecnologia de radar para a detecção antecipada de aeronaves inimigas e manutenção de suas fronteiras nacionais no âmbito da defesa aérea. Neste contexto, teve papel preponderante o...
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Durante a Segunda Guerra Mundial, a Batalha da Inglaterra demonstrou a importância do uso de aeronaves de combate e da tecnologia de radar para a detecção antecipada de aeronaves inimigas e manutenção de suas fronteiras nacionais no âmbito da defesa aérea. Neste contexto, teve papel preponderante o Oficial Comandante da Royal Air Force (RAF) Hugh Dowding, que criou um sistema de radares que passou a ser utilizado como uma das principais ferramentas do sistema de defesa, em especial no período entre 10 de julho a 31 de outubro de 1940, intervalo marcado por intensos combates entre a RAF e a Luftwaffe (Força Aérea Alemã) nos céus britânicos. Esse episódio da história pode ser interpretado como um importante instrumento analítico no que se refere à tomada de decisões estratégicas modernas, em relação à defesa de fronteiras contra ameaças externas inerentes ao contexto internacional atual, como possíveis forças insurgentes, tráfico de armas, garimpo ilegal, crimes ambientais e imigração ilegal. O Brasil, tendo reconhecido a importância da manutenção do controle sobre suas fronteiras aéreas, criou diversas formas de aumentar a consciência situacional dentro de seu espaço aéreo, por meio de estruturas como Centros de Comando e Controle, o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), composto por estações terrestres de radar, aeronaves modernas de alerta e antecipação, além de uma multi-articulação entre seus operadores para garantir a integridade de suas fronteiras aéreas. O presente trabalho objetiva identificar os principais ensinamentos legados pela Batalha da Inglaterra, bem como destacar a necessidade de adaptação às ameaças modernas e ao uso da tecnologia para a defesa de fronteiras.
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(Turma Árion, 2024)
AFA
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Felipe Gabriel Stange da Cruz; Douglas Henrique Queiroz de Carvalho (orientador); Tamiris de Castro Franco (coorientador)
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