A influência da prática do voo a vela no tratamento da aerocinetose no 2º Esquadrão de Instrução Aérea
Gabriel Rodrigues Duarte; Frederico Augusto Martins Gori (orientador)
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
Pirassununga, SP : Academia da Força Aérea, 2024.
A aerocinetose é uma resposta comum a uma situação não habitual a que o piloto é submetido, impactando negativamente o desempenho do aeronavegante. Essa síndrome se dá devido à captação de informações conflitantes de movimento pelo sistema vestibular do corpo humano. Afeta, principalmente, as...
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A aerocinetose é uma resposta comum a uma situação não habitual a que o piloto é submetido, impactando negativamente o desempenho do aeronavegante. Essa síndrome se dá devido à captação de informações conflitantes de movimento pelo sistema vestibular do corpo humano. Afeta, principalmente, as instruções iniciais de voo, sendo os sintomas mais comuns a náusea, o vômito, a sudorese, a tontura e o mal-estar geral. Foram desenvolvidos diversos métodos, sendo os não farmacológicos mais indicados para esse tipo de situação. Destaca-se entre eles a regularidade dos voos, para que, assim, o piloto se adapte melhor ao ambiente aéreo. Na Academia da Força Aérea (AFA), o Esquadrão de Voo a Vela (EVV) oferece um aperfeiçoamento na formação do cadete aviador, proporcionando um primeiro contato com o voo real e estabelecendo um convívio constante com a atividade aérea. Nesse contexto, este trabalho tem por objetivo analisar a incidência dessa síndrome no 2o Esquadrão de Instrução Aérea (EIA) no ano de 2023, discutindo os fatores que contribuem para o seu aparecimento e os possíveis tratamentos que reduzem o seu efeito, bem como a ocorrência de voos deficientes e abortivos em virtude disso. Por fim, busca-se analisar se há alguma relação entre a prática do voo a vela e a redução dos sintomas de aerocinetose nas instruções do 2o EIA. Os dados coletados indicam que a exposição prévia ao voo a vela pode reduzir a incidência da síndrome nos cadetes durante o curso de T-25, destacando a importância do EVV na preparação e na formação de futuros pilotos da Força Aérea Brasileira (FAB).
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(Turma Árion, 2024)
AFA
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Gabriel Rodrigues Duarte; Frederico Augusto Martins Gori (orientador)
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