Homologação RVSM [recurso eletrônico] : impactos na missão de transporte de órgãos
Daniel Colchete Pinto
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
2024-1 DANIEL TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2024.
1 Recurso online [12 f.] : digital, arquivo PDF.
Orientador: Ísis Beltrão Pereira
Trabalho de conclusão de curso apresentado no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica.
A aviação comercial e a Força Aérea Brasileira (FAB) participam da logística de Transporte de Órgãos Vitais (TROV) para transplante. O Phenom 100 tornou-se o principal vetor da Força após o decreto presidencial determinando a disponibilidade de uma aeronave para essa missão. Entretanto, esta...
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A aviação comercial e a Força Aérea Brasileira (FAB) participam da logística de Transporte de Órgãos Vitais (TROV) para transplante. O Phenom 100 tornou-se o principal vetor da Força após o decreto presidencial determinando a disponibilidade de uma aeronave para essa missão. Entretanto, esta aeronave vem cumprindo a missão sem a homologação da capacidade da Separação Vertical Mínima Reduzida (RVSM), podendo acarretar perdas operacionais e de segurança de voo. A homologação desta capacidade trará benefícios com o aumento da confiabilidade dos equipamentos e reduzindo a carga de trabalho dos controladores de tráfego aéreo, o que contribuirá para prevenir acidentes. Outro aspecto observado, foi o impacto do tempo de voo na eficiência da missão TROV, fundamental para o sucesso do transplante devido à isquemia do órgão. Destarte, impactos na autonomia e na velocidade, gerados por vetorações do controle, seriam minimizados, aumentando a eficiência e o sucesso do transplante. Posto isto, este ensaio defendeu a necessidade da homologação da capacidade RVSM para aumentar a eficiência nas missões TROV, com o incremento da segurança de voo e com a redução dos riscos associados ao tempo crítico de isquemia. Observa-se que a aplicabilidade da tese transcende o Phenom, sendo uma possibilidade às demais aeronaves da FAB que carecem dessa homologação, com ganhos no quesito operacional, na segurança de voo, e poderá ainda, ampliar os benefícios apresentados, observando a redução da carga de trabalho dos controladores, enaltecendo a imagem da FAB não só perante o Ministério da Saúde, mas diante de toda a nação brasileira.
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Daniel Colchete Pinto
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