Desenvolvendo as Capacidades Espaciais do Brasil: [recurso eletrônico] : A reestruturação do Centro de Operações Espaciais como Catalisador do Avanço Brasileiro no Espaço
Guilherme Moura Delfino
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
2024-1 MOURA TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2024.
1 Recurso online [11 f.] : digital, arquivo PDF.
Orientador: Eduardo Mendes Marcondes
Trabalho de conclusão de curso apresentado no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica
O estabelecimento da Força Espacial Americana (USSF – United States Space Force), em 2019, evidenciou a importância do domínio espacial nos conflitos modernos. Na atual segunda era espacial, as informações obtidas do espaço são capazes de mudar o rumo de um conflito armado. No contexto brasileiro,...
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O estabelecimento da Força Espacial Americana (USSF – United States Space Force), em 2019, evidenciou a importância do domínio espacial nos conflitos modernos. Na atual segunda era espacial, as informações obtidas do espaço são capazes de mudar o rumo de um conflito armado. No contexto brasileiro, apesar da Força Aérea Brasileira (FAB) atuar com relativo sucesso no domínio espacial por meio do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) e do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), ainda existem lacunas no controle e no preparo para o espaço. Diante disso, surge a questão de como estruturar a FAB
para reduzir essas lacunas. Como resposta a esse problema, este ensaio propõe a reestruturação do Centro de Operações Espaciais (COPE) que compõe a estrutura
do COMAE como um centro de controle subordinado ao Departamento de Controle
do Espaço Aéreo (DECEA). Primeiramente, devido à necessidade de um órgão responsável pelo gerenciamento do tráfego de objetos espaciais, cada vez mais numerosos. E, em segundo lugar, porque para poder desenvolver as capacidades espaciais, isto é, preparar para o espaço, o COPE deve se desvincular do COMAE, cujo foco exclusivo é o emprego da força. Conclui-se que a reorganização do COPE pode posicionar o Brasil na vanguarda do gerenciamento de tráfego espacial, fortalecendo suas capacidades militares e impulsionando o desenvolvimento da indústria espacial nacional. Ver menos
para reduzir essas lacunas. Como resposta a esse problema, este ensaio propõe a reestruturação do Centro de Operações Espaciais (COPE) que compõe a estrutura
do COMAE como um centro de controle subordinado ao Departamento de Controle
do Espaço Aéreo (DECEA). Primeiramente, devido à necessidade de um órgão responsável pelo gerenciamento do tráfego de objetos espaciais, cada vez mais numerosos. E, em segundo lugar, porque para poder desenvolver as capacidades espaciais, isto é, preparar para o espaço, o COPE deve se desvincular do COMAE, cujo foco exclusivo é o emprego da força. Conclui-se que a reorganização do COPE pode posicionar o Brasil na vanguarda do gerenciamento de tráfego espacial, fortalecendo suas capacidades militares e impulsionando o desenvolvimento da indústria espacial nacional. Ver menos
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Desenvolvendo as Capacidades Espaciais do Brasil: [recurso eletrônico] : A reestruturação do Centro de Operações Espaciais como Catalisador do Avanço Brasileiro no Espaço
Guilherme Moura Delfino
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