Transporte Hidroviário [recurso eletrônico] : uma questão logística para a FAB na Amazônia
Gustavo de Souza Mendes
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
2023-2 GUSTAVO TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2023.
1 recurso online (11 f.) : digital, arquivo PDF.
Orientador: Edivaldo Pires de Figueiredo
Trabalho de conclusão de curso apresentado no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica como requisito parcial para aprovação no Curso de Pós-graduação de MBA em Liderança, 2/2023
De acordo com o IBGE, a Amazônia abrange uma área que corresponde aaproximadamente 59 % do território nacional e a totalidade de oito estados. Além disso, essa extensão territorial é povoada por aproximadamente 13% da população brasileira, caracterizada demograficamente por 5,6 habitantes por km²....
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De acordo com o IBGE, a Amazônia abrange uma área que corresponde aaproximadamente 59 % do território nacional e a totalidade de oito estados. Além disso, essa extensão territorial é povoada por aproximadamente 13% da população brasileira, caracterizada demograficamente por 5,6 habitantes por km². Ademais, ressalta-se a particularidade da sua geografia fluvial existente, onde há abundância de rios com potencial para o transporte hidroviário. Contudo, há carência de malha rodoviária e ferroviária interligando os estados e cidades, ficando o transporte da FAB, em geral, dependente do meio aéreo. Diante disso, o presente estudo defende a integração da infraestrutura portuária da COMARA ao SISCAN na Amazônia, para aumentar a sustentação logística da FAB. O primeiro argumento defende o uso dosmeios da COMARA para otimização logística da FAB na Amazônia. O segundo argumento sustenta sobre o aumento da flexibilidade dos transportes da FAB ao se utilizar essa infraestrutura portuária. Dessa forma, a integração do transportehidroviário ao SISCAN aumenta a sustentação logística da FAB, por possibilitar maior otimização e flexibilização dos seus meios de transporte. Essa medida deve ser aplicada no trecho Manaus-Belém, através dos seus portos Piquiá e Brucutu, respectivamente, conectando a Amazônia às demais regiões do Brasil, sem a dependência do transporte aéreo, bem como propõe, também, o uso do transporte hidroviário pela FAB em outras regiões que possuam malha fluvial navegável, como as hidrovias do Parnaíba, Paraná-Tietê, São Francisco, Taguari-Guaíba, dentre outras, todas com potencialidades para disponibilizar maior sustentação logística para a FAB.
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Transporte Hidroviário [recurso eletrônico] : uma questão logística para a FAB na Amazônia
Gustavo de Souza Mendes
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