Maior inserção de Oficiais do segmento feminino da Força Aérea Brasileira em missões de paz da ONU
Ana Paula da Paixão Miranda; Simone Aparecida Alves Lima Boero
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
100/2023 M672m TCC
Pirassununga, SP : Academia da Força Aérea, 2023.
35 p.
Este artigo resulta de uma pesquisa sobre o quantitativo de mulheres oficiais da Força Aérea Brasileira nas Missões de Paz das Nações Unidas, pesquisa esta que buscou compreender os motivos que as levam a serem voluntárias e os que restringem o seu voluntariado. Com a publicação da Resolução 1325 do...
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Este artigo resulta de uma pesquisa sobre o quantitativo de mulheres oficiais da Força Aérea Brasileira nas Missões de Paz das Nações Unidas, pesquisa esta que buscou compreender os motivos que as levam a serem voluntárias e os que restringem o seu voluntariado. Com a publicação da Resolução 1325 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, no ano de 2000, a temática das mulheres como agentes promotoras da paz tornou-se um dos focos de ação da ONU. Tal medida visa incentivar maior participação feminina nos processos decisórios, na prevenção de crimes de violência sexual e na proteção de indivíduos, principalmente de mulheres e meninas. Para isso, a Resolução propõe aos Estados-Membros a instauração de planos para aumentar o número de mulheres como Peacekeepers. O Brasil, por meio da Agenda Mulheres, Paz e Segurança, procura atender aos requisitos de quantitativo da ONU com convocações, seleções e treinamentos destinados às voluntárias do segmento feminino. Utilizando a análise bibliográfica e documental, além de um questionário, foi delineado o perfil pessoal e profissional das mulheres Oficiais da Força Aérea Brasileira em Missões de Paz. Observou-se que há a necessidade de maior incentivo à participação feminina de Oficiais subalternas em tais Missões, tendo em vista que, de acordo com as respostas obtidas, o maior fator restritor da participação é a distância da família, principalmente pelo fato de as militares terem filhos pequenos. Além disso, outros fatores, como proficiência em línguas estrangeiras e falta de conhecimento sobre o voluntariado, também foram óbices citados pelas militares.
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