Emprego de Aeronaves Remotamente Pilotadas na Inspeção em Voo [recurso eletrônico]
Diego Fernandes Ivantes
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
2022-3 IVANTES TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2022.
1 recurso online (12 f.) : digital, arquivo PDF.
Orientador: Marcelo Viegas Neves.
Trabalho de conclusão de curso apresentado no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica como requisito parcial para aprovação no Curso de Pós-graduação de MBA em Liderança, 3/2022
A atividade de inspeção em voo é obrigatória para o funcionamento dos auxílios à navegação aérea e, portanto, contribui para o crescimento do setor de aviação. Durante as inspeções, quando é necessário realizar ajuste nos equipamentos pela equipe técnica, a aeronave de inspeção permanece em espera...
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A atividade de inspeção em voo é obrigatória para o funcionamento dos auxílios à navegação aérea e, portanto, contribui para o crescimento do setor de aviação. Durante as inspeções, quando é necessário realizar ajuste nos equipamentos pela equipe técnica, a aeronave de inspeção permanece em espera em voo, sem realizar nenhuma ação produtiva. Neste momento é possível observar certo desperdício de recursos e emissão desnecessária de GEE, que podem ser mitigados. Buscar eficiência financeira e sustentabilidade para o cumprimento da missão é realidade na Força Aérea Brasileira. Dessa forma, adotar boas práticas na inspeção em voo também se faz necessário. Este ensaio acadêmico defende a tese de que a implantação do emprego das aeronaves remotamente pilotadas (ARP) na inspeção em voo de PAPI proporcionará eficiência e sustentabilidade no cumprimento da missão. A fim de sustentar essa tese, argumenta-se que com o emprego das ARPs haverá economia dos recursos financeiros necessários para custear o valor das horas de voo utilizadas em uma inspeção em voo de PAPI. E como segundo argumento destaca-se que o modelo proposto propiciará redução da emissão de gases nocivos à atmosfera, garantindo benefícios ao meio ambiente e à sociedade. Por fim, destaca-se que o modus operandi proposto poderá ser aplicado também para a inspeção dos demais auxílios à navegação aérea, como o ILS e o VOR, ampliando ainda mais os ganhos e consolidando a posição de destaque que a Força Aérea Brasileira ocupa em relação à qualidade da prestação de serviços de controle de tráfego aéreo.
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