Tabagismo e aviação [recurso eletrônico] : uma possível causa dos acidentes aeronáuticos
Daniel do Prado Ferreira Pinto
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
2022-1 PRADO TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2022.
1 recurso online (11 f.) : digital, arquivo PDF.
Orientador: Márcio Henrique Teixeira de Souza
Trabalho de conclusão de curso apresentado no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica como requisito parcial para aprovação no Curso de Especialização Lato Sensu em Liderança com Ênfase em Gestão no COMAER, 1/2022
Fumar a bordo de aeronaves já é proibido há décadas, porém o tabagismo entre os tripulantes ainda é permitido. Ao se analisar os acidentes aeronáuticos na tentativa de corrigir seus causadores, nos deparamos com o fator humano como o mais passível de melhorias na atualidade. Diante deste cenário,...
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Fumar a bordo de aeronaves já é proibido há décadas, porém o tabagismo entre os tripulantes ainda é permitido. Ao se analisar os acidentes aeronáuticos na tentativa de corrigir seus causadores, nos deparamos com o fator humano como o mais passível de melhorias na atualidade. Diante deste cenário, vale questionar se há algum hábito de vida que possa influenciar na segurança de voo. Dentro deste contexto é necessária uma postura cada vez mais proativa na tentativa de continuar a redução do número de acidentes na aviação. Considerando que o cigarro causa malefícios para quem o consome, o presente ensaio acadêmico defende que o tabagismo constitui risco para a segurança de voo. Foram abordados os argumentos relacionados à oxigenação sanguínea, comparando-a entre o fumante e o não fumante, bem como a maior prevalência de doenças graves, proibitivas ao voo, entre aqueles que fumam. O contexto foi analisado em conjunto com os achados de publicações científicas que demonstram a importância da oxigenação para o tripulante e como ela se encontra mais baixa que o normal nos tabagistas, bem como a maior possibilidade de um tripulante que fuma estar com uma doença que não foi diagnosticada pelas inspeções de saúde de rotina. Por fim, este ensaio propõe que a Força Aérea Brasileira deve proibir o tabagismo entre os tripulantes. Essa política estaria de acordo com o Plano Estratégico Militar da Aeronáutica, focando na saúde e nas necessidades operacionais da Força, resultando em menos riscos e mais segurança nos voos
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