A implementação do SAGEM na instrução aérea do Grupo de Transporte Especial [recurso eletrônico]
Luiz Henrique Lima da Silva
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
2022-2 SILVA TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2022.
1 recurso online (12 f.) : digital, arquivo PDF.
Orientador: Thiago Diorgilis Ribeiro Daniel.
Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica) - Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, Universidade da Força Aérea, Rio de Janeiro, 2/2022
O desenvolvimento de sistemas eficientes e capazes de integrar dados está de acordo com as diretrizes do Comando da Aeronáutica (COMAER). O Sistema de Análise e Gerenciamento de Missões (SAGEM) foi criado com esse intuito e sua missão é concentrar os dados relativos...
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O desenvolvimento de sistemas eficientes e capazes de integrar dados está de acordo com as diretrizes do Comando da Aeronáutica (COMAER). O Sistema de Análise e Gerenciamento de Missões (SAGEM) foi criado com esse intuito e sua missão é concentrar os dados relativos à área operacional. Contudo, no Grupo de Transporte Especial (GTE), ainda se utiliza a plataforma Marco Polo para gerenciar a instrução aérea. Diante disso, o presente ensaio defende que a implementação do SAGEM na instrução aérea do GTE aprimora o assessoramento do Comando quanto ao desempenho do tripulante-aluno. Isso está sustentado, primeiramente, pela ampliação da velocidade de acesso à informação por meio do uso de um sistema único e integrado de gestão e também por um aumento da acurácia dos dados por intermédio da maior discriminação dos indicadores. Essa ação deve ser expandida para todas as Unidades do COMAER que ainda não adotam o SAGEM como ferramenta de gerenciamento da atividade operacional, dentre elas, Parques de Material Aeronáutico (PAMAs) e Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTAs), bem como devem ser exploradas todas as funcionalidades disponíveis na plataforma, como, por exemplo, a confecção da ficha Histórico Operacional de Equipagem (HOPE) e a realização de provas de emergência. Isso acarretará a maior padronização da instrução aérea e da atividade operacional na Força Aérea Brasileira (FAB) e facilitará a circulação dos dados de desempenho dos tripulantes, de modo que o mesmo sistema será empregado em todas as Organizações
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