Transporte aéreo regional : uma estratégia
Roberto de Carvalho Rangel
Monografia
Português
1978 RANGEL TCC/CCEM
Rio de Janeiro : Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica, 1978.
57 f.
Este documento é trabalho de Ofirial-Aluno da ECEMAR. Quando não for citada a fonte da matéria, seu conteúdo representa a opinião do autor, não traduzindo necessariamente a política ou prática adotadas na ECEMAR ou na FAB
Documento é resultado dos trabalhos de um Oficial Aluno do Curso Superior de Comando da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica, 1978
Este trabalho mostra que através dos tempos, desde que Alberto Santos Dumont deu asas ao homem, o Brasil pensou em ·também voar, para vencer as suas grandes distâncias territoriais, como condição para se desenvolver e, simultaneamente, garantir as suas Integração e Integridade Territorial. Mostra...
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Este trabalho mostra que através dos tempos, desde que Alberto Santos Dumont deu asas ao homem, o Brasil pensou em ·também voar, para vencer as suas grandes distâncias territoriais, como condição para se desenvolver e, simultaneamente, garantir as suas Integração e Integridade Territorial. Mostra também, por meio de um histórico, que todos os seus governos, desde o término da Primeira Guerra Mundial, independentemente da linha politica que seguiam, deram grande valor ao transporte aéreo comercial e que tem sido uma tônica constante o controle exercido pelo Governo Federal, enquanto a operação - fica sempre a cargo da iniciativa privada. Enfatiza a influência dos excedentes de guerra, como desencadeadores da atividade aérea comercial no Brasil, a qual gerou uma demanda muito grande, devido ao baixo custo operacional de pós-guerra. Voltados os custos aos seus devidos valores, a retração foi uma consequência imediata, agravada paulatinamente por não ter havido o devido desenvolvimento na infraestrutura aeroportuária. Devido à retração, desenvolveram-se os táxis-aéreos e voltou a ser sentida uma demanda reprimida, para a qual a solução encontrada foram os Sistemas Integrados de Transporte Aéreo Regional. Em hora feliz foram implantados os Sistemas Regionais, com colocação dos produtos nacionais da Indústria Aeronáutica. Continua, mostrando que, hoje, as aeronaves de lotação média de 16 (dezesseis) passageiros já, em algumas linhas regionais, não estão satisfazendo a necessidade de desenvolvimento nem dando a rentabilidade esperada, mesmo com a suplementação tarifária, garantida pelo adicional de 3%, cobrado nas passagens das linhas domésticas das empresas de âmbito nacional. Por fim, preconiza que medidas simples de ordem filosófica, em conjunto com quatro medidas específicas, podem se constituir numa Estratégia para manter viável econômica e financeiramente a Aviação Regional
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Roberto de Carvalho Rangel
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