O hospital de campanha da FAB
Paulo Pilotto
Monografia
Português
1977 PILOTTO TCC/CCEM
[O hospital de campanha da Força Aérea Brasileira]
Rio de Janeiro : Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica, 1977.
45 f. : il.
Este documento é trabalho de Ofirial-Aluno da ECEMAR. Quando não for citada a fonte da matéria, seu conteúdo representa a opinião do autor, não traduzindo necessariamente a política ou prática adotadas na ECEMAR ou na FAB
Documento é resultado dos trabalhos de um Oficial Aluno do Curso Superior de Comando da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica, 1977
A necessidade. de manter ou recuperar a saúde do combatente engajado na luta, representa em sua essência, a necessidade de persistência do combate. Para tentar cumprir esta difícil mas fundamental missão, foi criado o Hospital de Campanha da Aeronáutica. Passando por denominações diversas e...
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A necessidade. de manter ou recuperar a saúde do combatente engajado na luta, representa em sua essência, a necessidade de persistência do combate. Para tentar cumprir esta difícil mas fundamental missão, foi criado o Hospital de Campanha da Aeronáutica. Passando por denominações diversas e modificações estruturais sucessivas, o referido Hospital tem procurado se localizar numa posição que permita cumprir este desiderato. Sua composição normativa, estrutural e técnica, ao lado das características de seu efetivo e tipo de material empregado em seus componentes, permite que acompanhe, com quase a mesma mobilidade e sem queda da operacionalidade, os deslocamentos realizados pelos aérocombatentes. De montagem fácil e relativamente rápida, logo propicia meios à disposição de seus clientes. É, dentro das especificações médicas para a qual foi destinado, autouficiente. Não possui condições de apoio ou mesmo de subsistência nos misteres fora do atendimento médico. Neste ensaio monográfico procurou-se levantar suas deficiências básicas. Localizamos e analisamos alguns tipos de hospitais criados para missões idênticas e já devidamente testados em contingências reais. Vimos suas condições de mobilidade, seus componentes, suas áreas ocupacionais, seus volumes e pesos de transporte e seus valores, beneficio e custo, em razão dos desejos nacionais. Confrontando com as deficiências do nosso Hospital de Campanha procuramos corrigi-las, aproveitando os ensinamentos que este confronto nos forneceu, usando não o equipamento empregado nestes hospitais de origem estrangeira mas desenvolvi dos pela Indústria Nacional, orientada, estimulada e apoiada por nós
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