A importância do gerenciamento de risco de fauna em aeródromos militares [recurso eletrônico]
Juliana França Cavalcanti
Monografia
Português
2021-1 JULIANA FRANÇA TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2021.
1 recurso online (10 f.) : digital, arquivo PDF.
Orientador: Antônio Pereira Damasceno Neto
Trabalho de conclusão de curso apresentado no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica como requisito parcial para aprovação no Curso de Pós-graduação em Gestão Pública com ênfase em Projetos e Processos, 1/2021
Os avanços da aviação mundial no pós-Segunda Guerra levaram ao surgimento do conflito homem-fauna. Dessa forma, a crescente preocupação com o aumento das colisões, fez com que a Organização da Aviação Civil Internacional estabelecesse ações para o gerenciamento do risco de fauna nos aeroportos dos...
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Os avanços da aviação mundial no pós-Segunda Guerra levaram ao surgimento do conflito homem-fauna. Dessa forma, a crescente preocupação com o aumento das colisões, fez com que a Organização da Aviação Civil Internacional estabelecesse ações para o gerenciamento do risco de fauna nos aeroportos dos países signatários. No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil fiscaliza o cumprimento dessas normas. Nos aeródromos militares, essa responsabilidade é do Comandante da Organização. Na FAB, há legislações que traçam as diretrizes do Programa de Gerenciamento do Risco de Fauna (PGRF) nos aeródromos sob sua responsabilidade. Apesar disso, o programa mostra-se ainda insipiente nos aeródromos militares, não conseguindo mitigar as colisões de forma eficiente. A tese proposta neste ensaio defende que a implementação de um efetivo PGRF nos aeródromos militares aumenta a operacionalidade da FAB. O primeiro argumento que sustenta a tese é a proteção da integridade física das suas tripulações especializadas, visto que as colisões com fauna representam elevado risco à segurança de voo. O segundo argumento é a redução dos custos logísticos diretos e indiretos resultantes das colisões, uma vez que estes impactam na operacionalidade, ao prejudicarem a disponibilidade de aeronaves para o voo. Assim, conclui-se que de fato a adoção de um adequado PGRF é inquestionavelmente benéfica para a operacionalidade da FAB, preservando as vidas dos tripulantes e permitindo a realocação dos recursos para o aumento da disponibilidade da frota
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