Reequipamento : a ativação de um novo equipamento
Ary de Mesquita Bicudo
Monografia
Português
1975 BICUDO TCC/CCEM
Rio de Janeiro : Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica, 1975.
Documento é resultado dos trabalhos de um Oficial Aluno do Curso Superior de Comando da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica, 1975
O presente trabalho pretende apresentar uma solução para o processo de reequipamento da Força Aérea Brasileira. Procura-se, inicialmente, caracterizar o processo de reequipamento como um fator dinâmico na Força Aérea. O reequipamento é a conseqüência natural de uma necessidade operacional ou de uma...
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O presente trabalho pretende apresentar uma solução para o processo de reequipamento da Força Aérea Brasileira. Procura-se, inicialmente, caracterizar o processo de reequipamento como um fator dinâmico na Força Aérea. O reequipamento é a conseqüência natural de uma necessidade operacional ou de uma deficiência da Força que ficou devidamente comprovada num processo de avaliação efetuado por uma comissão criada especialmente para tal fim. Sugere-se que o reequipamento se faça através de um processo que se denominou de ciclo de vida do reequipamento e que se constitui de quatro fases, a saber: concepção, definiçao do programa, aquisiçao e operacional. Concepção é a fase em que o alto Comando, ao tomar conhecimento de uma necessidade operacional, traça diretries básicas que nortearão o Estudo de Estado-Maior, o qual indicará os materiais que atendem satisfatoriamente àquela necessidade operacional. Denomina-se definição do programa decisão adotada pelo alto Comando ao uma das propostas de programas elaboradas com base nas diretrizes básicas, ou melhor, é a escolha do material que irá suprir a necessidade operacional. Escolhido o material, o ciclo de vida prossegue agora em sua terceira fase: a aquisiçao. Esta fase se subdivide em duas etapas: Desenvolvimento e Produção. O Desenvolvimento compreende o período da elaboração dos Planos de Apoio.de Obras de Infraestrutura, de Pessoal e Logistico, do Cronograma Geral de Eventos (baseado nos Planos de Apoio) e do Contrato. A Produção será o passo seguinte, ou seja, o da fabricação do material adquirido, da escolha e recebimento do suprimento inicial, ferramental, testes e equipamentos necessários à operação e à manutenção. Apresenta-se, ainda, em esquema para os Planos de Infraestrutura, de Pessoal e Logístico. Evidencia-se a necessidade de uma ampla e constante coordenação interna dos setores desses Grandes Comandos envolvidos e, extremamente, entre eles e todas as outras Unidades envolvidas no Processo de Reequipamento. Defende-se a continuidade das comfirem nas fábricas por serem necessárias à fiscalização do Contrato e porque ainda auxiliam a operação e a manutenção do novo material, obtendo valiosas informações técnicas. A fase operacional se sobrepõe à da Aquisição, uma vez que o primeiro item·é recebido ainda na execução da Produção. É durante a fase Operacional que se completa o recebimento do novo material adquirido, e, que se dá a instalação definitiva do Apoio Logistico, sendo a Unidade, então, considerada pronta para a operação. Encerra-se o ciclo de vida do reequipamento quando o Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica faz, oficialmente, a entrega da nova Unidade ao COMGAR. Finalmente, por ato do Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, é, desativada a Comissão de Reequipamento por já se ter concluído a missão.
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