A participação da FAB nas questões internacionais de fronteiras da Amazônia
Aildon Dornellas de Carvalho
Monografia
Português
1975 AILDON TCC/CCEM
[A participação da Força Aérea Brasileira nas questões internacionais de fronteiras da Amazônia]
Rio de Janeiro : Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica, 1975.
Documento é resultado dos trabalhos de um Oficial Aluno do Curso Superior de Comando da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica, 1975
Nos últimos dez anos, as Força Armadas, além da terefa pricípua da manutenção de um clima de segurança prinpício ao tratalho progressista, têm participação no esforço nacional de INTEGRAÇÃO. A FORÇA AÉREA BRASILEIRA, a par de sua missão constitucional de realizar o Correio Aéreo Nacional e manter-se...
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Nos últimos dez anos, as Força Armadas, além da terefa pricípua da manutenção de um clima de segurança prinpício ao tratalho progressista, têm participação no esforço nacional de INTEGRAÇÃO. A FORÇA AÉREA BRASILEIRA, a par de sua missão constitucional de realizar o Correio Aéreo Nacional e manter-se capaz, operacionalmente, empregando o Poder Aeroespacial, tem colaborado, contínuamente, com os demais órgãos Federais e Estaduais. Em relação à Região Norte a FAB vem realizando um constante e profícuo trabalho desde 1944. Esta região, por sua grande extensão, pela fisiografia, pela presença da selva amazônica, pela carência de desenvolvimenta não pode prescindir da Aviação para acelerar o seu progresso e para integrá-la, com segurança. Aonde começa a região iniciar-se seus problemas: A FRONTEIRA NORTE. Desabitada, desguarnecida, ainda não totalmente demarcada. Tem problemas de ordem econômica e psicossocial. Enfrenta pressões políticas. E, somente a partir de 1959, recebe uma participação militar efetiva. Sobre este quadro, enfocaremos a participação da FAB problemas da Fronteira Norte. Abordaremos os aspectos nos da segurança e o relacionamento com os países vizinho, mormente quanto à demarcação de limites. Para tanto, se faz necessãrio remontar as origens históricas: Das incursões para-militares às gestões diplomáticas; porque se trata de uma fronteira morta; a evolução das fronteiras e o povoamento esparso; uma política acomodada; um progresso lento e insipiente. Tudo isso somado as situações particulares, tais como, evasão de divisas, contrabando e, até a presença de Índios e seus problemas. Realiza a FAB operações militares, Operação TIRIOS (1959), operação PARIMA (1961), operação MAPUERA (1963). Continua mantendo o CAN da Amazônia (CAN-AM). Abre novas pistas, melhora a operacionalidade das jâ existentes. Amplia a rede de Proteção ao Vôo. Colabora com a Comissão Mista Demarcadora de Limites. Participa de manobras militares. Em 1966, quando, da chamada "REVOLTA DO RUPUMUNI". C-130 transportaram, de Belém e Manaus para Roraima, 24 horas, dois Batalhões do Exército com seu respectivo material. A política governamental incrementando a abertura de estradas significa um aumento de responsabilidade quanto aos aspectos da segurança. São vias de acesso próximas da fronteira que, se não controladas poderão ter uso contririo aos nossos interesses. Paralelamente, a FAB incentivou o PROJETO RADAR da Amazõnia
(RADAM) em coordenação com o Ministério de Minas e Energia. Ficou patente a acertada escolha dos locais das operações Parima e Mapuera, aonde foram localizados minerais em grande escala. A Cia. de Prospecção de Recursos minerais (CPRM) confirmou a presença de Urânio em Surucucu. O RADAM já plotou a extensão das jazidas. Portanto, as perspectivas atuais são bem mais alentadoras quanto ao progresso da Região e à erradicação dos problemas fronteiriços. A demarcação dos limites deve ser concluídas. Julgamos que não pode prescindir da colaboração da Força Aérea para aceleraro ritimo dos trabalhos. O emprego de modernos equipamentos, a bordo de aviões ou helicópteros, proporcionará um melhor rendimento e uma confiável precisão técnica. Ver menos
(RADAM) em coordenação com o Ministério de Minas e Energia. Ficou patente a acertada escolha dos locais das operações Parima e Mapuera, aonde foram localizados minerais em grande escala. A Cia. de Prospecção de Recursos minerais (CPRM) confirmou a presença de Urânio em Surucucu. O RADAM já plotou a extensão das jazidas. Portanto, as perspectivas atuais são bem mais alentadoras quanto ao progresso da Região e à erradicação dos problemas fronteiriços. A demarcação dos limites deve ser concluídas. Julgamos que não pode prescindir da colaboração da Força Aérea para aceleraro ritimo dos trabalhos. O emprego de modernos equipamentos, a bordo de aviões ou helicópteros, proporcionará um melhor rendimento e uma confiável precisão técnica. Ver menos
A participação da FAB nas questões internacionais de fronteiras da Amazônia
Aildon Dornellas de Carvalho
A participação da FAB nas questões internacionais de fronteiras da Amazônia
Aildon Dornellas de Carvalho