Plano nacional de sáude : uma diretriz política
Roberto Nunes Tardy
Monografia
Português
1974 TARDY TCC/CCEM
Rio de Janeiro : Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica, 1974.
Documento é resultado dos trabalhos de um Oficial Aluno do Curso Superior de Comando da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica, 1974
O autor inicia o trabalho, justificando a escolha do assunto, pela novidade tecnica que ele encerra. Mesmo sabendo das dificuldades dessa tarefa, procurou inovar, dentro do objetivo que a Escola preconiza. A seguir, passa a considerações sobre as preocupações dos homens e, principalmente, dos...
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O autor inicia o trabalho, justificando a escolha do assunto, pela novidade tecnica que ele encerra. Mesmo sabendo das dificuldades dessa tarefa, procurou inovar, dentro do objetivo que a Escola preconiza. A seguir, passa a considerações sobre as preocupações dos homens e, principalmente, dos governantes, atraves dos tempos, em proteger a saúde coletiva. Faz comentários a respeito das repercussões econômicas das doenças, sobre o processo de desenvolvimento dos países e entatiza a necessidade da existência de um plano nacional de saúde, vinculado ao programa global de desenvolvimento. Ao encerrar à primeira parte, diz que seu objetivo e convencer os leitores da necessidade de criar uma diretriz política, para aexecução do plano nacional de saúde, nos diversos níveis da administração, tendo em vista, entre outros fatores, a reduzida contribuição financeira dos estados e municípios para os gastos de saúde. Na segunda parte apresenta os antecedentes históricos da adminitração em geral e, em particular, da administração sanitária, inclusive no Brasil. Em continuação, focaliza a parte estritamente técnica do trabalho, mostrando como deve ser realizado um planejamento de saúde. Embora, de modo muito sucinto, faz um levantamento dos dados estatísticos; no Brasil, mostrando a população, as mortalidades infantil e geral, os problemas de saúde, doenças transmissíveis é endemias, proteção da saúde e outros, como o saneamento. Comenta as três etapas indispensáveis para a elaboraçao e execuçao de um plano de saúde. Ressalta o valor da terceira etapa, ou seja, daquela que se dedica a direção, a
cooordenação e a participação da coletividade, por. serem atividades que fogem dos técnicos, para cairem em mãos dos políticos, dos quais dependem, em grande parte, o êxito de um plano de saúde. O autor reafirma a necessidade de um esforço mui to grande de coordenação, em virtude das nossas peculiaridades, pois, na área da saúde intervem, direta e indiretamente, nove Ministérios e mais de duas dezenas de organizações, com consequente dificuldade para concentrar os recursos financeiros num só órgãos. Quanto aos recursos humanos, menciona as deficiências desses meios e recorda que nessa área eles não estão restritos a atividade médica, como muitos pensam, mas já ultrapassaram de quarenta atividades. Como todo país em desenvolvidas, mas ainda com regiões subdesenvolvidas, necessitamos maximizar os recursos destinados a essa área. A essa altura, passa a relatar o conceito moderno de saúde, difundido pela Organização Mundial de Saúde e do qual resultou importantes modificações estruturais no combate as doenças e justifica a importância econômica da saúde em todos os setores dá vida econômica do país. Rememorando os primórdios da saúde no Brasil, o autor cita D. João VI, Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, relacionando as diversas fases pelas quais passaram as estruturas administrativas da saúde, seus óbices e consequências. É lembrada a falta de uma lei básica de saúde, como existe para a educação e apoiando-se nas palavras do saudoso Marechal Castelo Branco e do Ten Brig Deoclécio Lima de Siqueira, recorda a importância de uma doutrina na execução de um objetivo. Antes de terminar, relembra a necessidade do cumprimento total do ·Decreto 200/67, sugerindo a emissão de uma diretriz política para fixar as atribuições dos diversos niveis da administração pública e privada da área da saúde. Na última parte, amparado em artigos publicados na imprensa e na análise que efetuou deste trabalho, o autor conclui pela necessidade de ser criada uma diretriz política para a execução do plano nacional de saúde, a fim de evitar que fatores de dissociação interfiram no êxito dos programas globais de desenvolvimento e segurança nacionais. Ver menos
cooordenação e a participação da coletividade, por. serem atividades que fogem dos técnicos, para cairem em mãos dos políticos, dos quais dependem, em grande parte, o êxito de um plano de saúde. O autor reafirma a necessidade de um esforço mui to grande de coordenação, em virtude das nossas peculiaridades, pois, na área da saúde intervem, direta e indiretamente, nove Ministérios e mais de duas dezenas de organizações, com consequente dificuldade para concentrar os recursos financeiros num só órgãos. Quanto aos recursos humanos, menciona as deficiências desses meios e recorda que nessa área eles não estão restritos a atividade médica, como muitos pensam, mas já ultrapassaram de quarenta atividades. Como todo país em desenvolvidas, mas ainda com regiões subdesenvolvidas, necessitamos maximizar os recursos destinados a essa área. A essa altura, passa a relatar o conceito moderno de saúde, difundido pela Organização Mundial de Saúde e do qual resultou importantes modificações estruturais no combate as doenças e justifica a importância econômica da saúde em todos os setores dá vida econômica do país. Rememorando os primórdios da saúde no Brasil, o autor cita D. João VI, Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, relacionando as diversas fases pelas quais passaram as estruturas administrativas da saúde, seus óbices e consequências. É lembrada a falta de uma lei básica de saúde, como existe para a educação e apoiando-se nas palavras do saudoso Marechal Castelo Branco e do Ten Brig Deoclécio Lima de Siqueira, recorda a importância de uma doutrina na execução de um objetivo. Antes de terminar, relembra a necessidade do cumprimento total do ·Decreto 200/67, sugerindo a emissão de uma diretriz política para fixar as atribuições dos diversos niveis da administração pública e privada da área da saúde. Na última parte, amparado em artigos publicados na imprensa e na análise que efetuou deste trabalho, o autor conclui pela necessidade de ser criada uma diretriz política para a execução do plano nacional de saúde, a fim de evitar que fatores de dissociação interfiram no êxito dos programas globais de desenvolvimento e segurança nacionais. Ver menos
Plano nacional de sáude : uma diretriz política
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