O uso do gorro alto sem pala e o processo de saúde e doença no âmbito do Comando da Aeronáutica [recurso eletrônico] : uma visão focada na transmissão de doenças nas Organizações Militares da FAB
Roberta de Medeiros Muniz
Monografia
Português
2020-2 ROBERTA MUNIZ TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2020.
1 recurso online (13 f.) : digital, arquivo PDF.
Orientador: Jaqueline de Azevedo Bruno
Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica) - Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, Universidade da Força Aérea, Rio de Janeiro, 2020
Objetivou-se identificar na literatura, artigos nacionais e internacionais sobre a ocorrência de contaminação por microrganismos em gorro alto sem pala dos profissionais de saúde da Força Aérea Brasileira - FAB, e associação às infecções relacionadas à assistência à saúde. O Regulamento de...
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Objetivou-se identificar na literatura, artigos nacionais e internacionais sobre a ocorrência de contaminação por microrganismos em gorro alto sem pala dos profissionais de saúde da Força Aérea Brasileira - FAB, e associação às infecções relacionadas à assistência à saúde. O Regulamento de Uniformes para Militares da Aeronáutica - RUMAER, estabelece o uniforme que a equipe de saúde deve utilizar nas suas atividades específicas. Entretanto, o gorro alto sem pala, bibico, utilizado atualmente nas enfermarias, emergências e nos transportes da FAB, apresenta alguns óbices. Primeiramente em relação à biossegurança, por ser um fômito (objetos inanimados que podem se contaminar com agentes infecciosos e servir como mecanismo de transferência entre hospedeiros) favorece a infecção cruzada intra hospitalar. Somando-se a isto, o uso da cobertura propicia o contágio indireto, disseminando doenças para outras unidades da FAB, aumentando o risco ocupacional e prejudicando o funcionamento de toda a instituição. As legislações e normas regulamentadoras vigentes norteiam algumas orientações visando à biossegurança do trabalhador e do paciente, todavia não direcionam para uma vestimenta padrão. As Organizações de Saúde da Aeronáutica precisam buscar a melhoria na gestão do controle de riscos em biossegurança e na qualidade do desempenho das equipes de saúde. Este ensaio propõe mudanças na indumentária descrita no RUMAER, para alcançar esta adequação. Diante disso, defende-se que a Diretoria de Saúde da Aeronáutica – DIRSA deve suspender o uso do bibico pelos seus profissionais de saúde, durante os exercícios sanitários para impedir a transmissão de doenças, sem perder o garbo que está consolidado na cultura militar
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O uso do gorro alto sem pala e o processo de saúde e doença no âmbito do Comando da Aeronáutica [recurso eletrônico] : uma visão focada na transmissão de doenças nas Organizações Militares da FAB
Roberta de Medeiros Muniz
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Roberta de Medeiros Muniz