Uma alternativa de análise de risco para o voo em espaço aéreo não-segregado de RPAS e aeronaves experimentais [recurso eletrônico]
Guilherme Soares e Silva
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
2020-1 GUILHERME SOARES TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2020.
12 f.
Orientador: Raphael Osório de Oliveira
Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica) - Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, Universidade da Força Aérea, Rio de Janeiro, 2020.
O aumento do mercado brasileiro de Remotely Piloted Aircraft Systems (RPAS) e aeronaves experimentais revela uma necessidade, latente da sociedade, de inclusão destes dois tipos de plataformas no espaço aéreo não-segregado. O avanço tecnológico que ambos produtos podem embarcar faz com que sejam uma...
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O aumento do mercado brasileiro de Remotely Piloted Aircraft Systems (RPAS) e aeronaves experimentais revela uma necessidade, latente da sociedade, de inclusão destes dois tipos de plataformas no espaço aéreo não-segregado. O avanço tecnológico que ambos produtos podem embarcar faz com que sejam uma ferramenta de uso potencial na área de defesa. Dentro desse cenário a tese deste ensaio é que o uso do método Systems-Theoric Process Analysis (STPA) na análise de perigos reduz o risco de acidentes de aeronaves, experimentais e RPAS, voando em espaço aéreo nacional não-segregado. Primeiro porque atualmente não é possível mensurar o risco de acidentes do voo com aeronaves experimentais ou RPAS usando um processo de certificação aeronáutica. Segundo, porque o STPA permite que se crie um processo que inclua todos os elementos envolvidos em uma operação aérea. A possibilidade gerada por esta metodologia permite o aumento da segurança e a maior integração do controle do espaço aéreo brasileiro, corroborando com a visão do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), de reconhecimento como referência global em segurança e controle integrado, e com a constante busca da prevenção de ocorrência de novos acidentes aeronáuticos de organizações como o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão central do SIPAER. Além disso, permite aumentar a capacidade da aviação de reconhecimento da FAB, visto que o uso do RPAS de reconhecimento poderia ser feito em qualquer área do território nacional, a qualquer tempo
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