Alternativas Estratégicas: [recurso eletrônico] : A Diversificação do Arsenal Antinavio da Força Aérea Brasileira para Garantir Autonomia e Soberania
RENAN STÁBILE DA SILVA,
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
2025-1 RENAN TCC/CAP
Rio de Janeiro : Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, 2025.
1 recurso online (11) : digita, arquivo PDF.
Orientador: Cap Int, Ísis Beltrão Pereira
Trabalho de conclusão de curso apresentado à Escola de Aperfeiçoamento de Oficiaisda Aeronáutica como requisito parcial para aprovação no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Liderança com Ênfase em Gestão no COMAER.
Atualmente, a Força Aérea Brasileira (FAB) enfrenta desafios em sua capacidade de defesa naval, especialmente em relação a implantação do adquirido míssil antinavio AGM 84. A adoção exclusiva deste míssil, de fabricação americana, gera uma vulnerabilidade logística, pois há o risco de interrupção no...
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Atualmente, a Força Aérea Brasileira (FAB) enfrenta desafios em sua capacidade de defesa naval, especialmente em relação a implantação do adquirido míssil antinavio AGM 84. A adoção exclusiva deste míssil, de fabricação americana, gera uma vulnerabilidade logística, pois há o risco de interrupção no fornecimento devido à dependência de um único fabricante. Essa situação é preocupante diante de um cenário geopolítico instável, onde sanções internacionais podem comprometer a disponibilidade de mísseis ou sua manutenção. Com o objetivo de mitigar tal risco, a tese deste ensaio sustenta que o Brasil deva explorar alternativas de armamento antinavio, preferencialmente nacionais, para garantir maior autonomia em sua defesa. Para sustentar esta tese, foram utilizadas duas linhas argumentativas, onde a primeira destaca a importância de reduzir a dependência de um único fornecedor, aumentando a independência no setor, enquanto a segunda aborda o uso de bombas guiadas como alternativa aos mísseis, uma vez que a sua capacidade de operar fora do alcance de armamentos inimigos oferece eficácia semelhante à dos mísseis antinavio. Conclui-se que a capacidade de defesa naval do Brasil requer uma abordagem que considere não apenas a eficácia dos armamentos individuais, mas também a resiliência da cadeia de suprimentos e a capacidade de operar com vantagem em um ambiente de combate complexo. A adoção de uma variedade de opções de armamentos guiados ou até mesmo a concepção de um míssil antinavio nacional, é um passo fundamental para garantir a soberania e a segurança do Brasil em seu domínio marítimo.
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Alternativas Estratégicas: [recurso eletrônico] : A Diversificação do Arsenal Antinavio da Força Aérea Brasileira para Garantir Autonomia e Soberania
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