Preparo operacional por meio do Treinamento Físico Profissional Militar na Academia da Força Aérea : análise da suficiência do TFPM para a autodefesa de superfície
Fabiano Catalano de Azevedo; Marcos Eduardo H. Sartorio (orientador)
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Português
Pirassununga, SP : Academia da Força Aérea, 2025.
A Academia da Força Aérea (AFA) é responsável pela formação de três quadros de oficiais de carreira da aeronáutica: aviadores, intendentes e infantaria. Dentro do aspecto da educação física, durante a formação, os cadetes podem participar de equipes desportivas, sendo considerados atletas, ou...
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A Academia da Força Aérea (AFA) é responsável pela formação de três quadros de oficiais de carreira da aeronáutica: aviadores, intendentes e infantaria. Dentro do aspecto da educação física, durante a formação, os cadetes podem participar de equipes desportivas, sendo considerados atletas, ou deverão, obrigatoriamente, pertencer à modalidade de Treinamento Físico Profissional Militar (TFPM), voltada a prepará-los para o Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF). Como os quadros atuam em situações distintas após a formação na academia, constata-se que cada um possui exigências físicas também distintas, maiores a simplesmente alcançar determinado desempenho no TACF. Tal fato é perceptível ao considerar, por exemplo, as características de cada área de emprego da infantaria, atualmente dividida entre Autodefesa de Superfície (ADS), Defesa Antiaérea (DAae) e Operações Especiais (OpEsp). A cada um desses ramos associam-se tarefas de combate e atividades específicas, e, devido ao conceito de emprego da infantaria, os oficiais desse quadro podem ser considerados "atletas táticos". Segundo estudo de Botta (2020), o TACF não fornece parâmetros adequados para indicar o preparo operacional do militar, logo, o treinamento voltado apenas ao desempenho nesse teste pode não ser o mais apropriado para preparar os cadetes de infantaria para suas funções após a formatura. Considerando a exigência de preparo físico atribuída dos cadetes e oficiais de infantaria, nota-se que o treinamento físico específico para suas funções deve ser analisado. Assim, por meio de uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, baseada em revisão bibliográfica nacional e internacional em bases como Scielo, PubMed e Google Scholar, além da análise do manual MCA 125-17, este trabalho visa analisar em que medida o TFPM da AFA prepara os cadetes de Infantaria para as exigências físicas e operacionais da ADS. Especificamente, busca-se identificar as exigências físicas das tarefas da ADS, mapear os treinamentos físicos aplicados na AFA e compará-los com as capacidades requeridas. Os resultados indicam que, embora o TFPM contemple aspectos gerais do condicionamento físico, ele não supre integralmente as exigências específicas da ADS, evidenciando a necessidade de treinamentos mais direcionados às demandas operacionais desse ramo da Infantaria.
Palavras-chave: Academia da Força Aérea; Treinamento Físico Profissional Militar; Atletas Táticos; Tarefas de Combate; Infantaria da Aeronáutica; Autodefesa de Superfície. Ver menos
Palavras-chave: Academia da Força Aérea; Treinamento Físico Profissional Militar; Atletas Táticos; Tarefas de Combate; Infantaria da Aeronáutica; Autodefesa de Superfície. Ver menos
(Turma Ártemis, 2025)
AFA
Preparo operacional por meio do Treinamento Físico Profissional Militar na Academia da Força Aérea : análise da suficiência do TFPM para a autodefesa de superfície
Fabiano Catalano de Azevedo; Marcos Eduardo H. Sartorio (orientador)
Preparo operacional por meio do Treinamento Físico Profissional Militar na Academia da Força Aérea : análise da suficiência do TFPM para a autodefesa de superfície
Fabiano Catalano de Azevedo; Marcos Eduardo H. Sartorio (orientador)